O que é necessário para acolher uma família?

O acolhimento deve ser realizado por uma instituição. A instituição anfitriã deve ser capaz de garantir, através dos seus recursos e mobilizando os recursos de parceiros disponíveis, os seguintes requisitos: alojamento, alimentação adequada, apoio no acesso à saúde e à educação, aprendizagem do português e a ajuda na integração laboral dos adultos que compuserem o agregado. Deverá ainda formalizar a oferta indicando o perfil da família e a disponibilidade em assinar um protocolo com a PAR para formalização do compromisso.

Como contactar?

Pode contactar através do email: par@ipav.pt

Gostava de receber uma família de refugiados. Posso?

A PAR promove o acolhimento de famílias por instituições. Esta opção prende-se com a complexidade e exigência deste acolhimento, que implica respostas em todas as vertentes como o alojamento, a alimentação adequada, o apoio no acesso à saúde e à educação, a aprendizagem do português e a ajuda na integração laboral dos adultos que compuserem o agregado. Não está considerado, por isso, o acolhimento em contexto doméstico.

Faço parte de uma instituição que se disponibiliza a acolher uma família. Como posso fazer?

Existe um Secretariado Executivo que reúne toda a informação sobre as disponibilidades de acolhimento existentes. Pode, desde já, inscrever-se na base de dados de voluntários, indo a www.refugiados.pt , procurando a área Voluntariado e preenchendo o formulário disponível com a referência “Instituições”. Se tiver dúvidas pode enviar um e-mail para par@ipav.pt

Quero ser uma instituição anfitriã/de acolhimento. Quais são os requisitos?

A instituição anfitriã/de acolhimento tem de estar disponível para assinar um contrato com a PAR onde ficarão identificadas as suas obrigações para com a família refugiada acolhida.

A instituição deverá ser capaz de assegurar à família de refugiados, através dos seus recursos ou dos recursos de outras instituições ou da comunidade, os seguintes requisitos:

  • Alojamento: Deverá ser assegurado alojamento autónomo, que poderá ser disponibilizado pela instituição ou pela comunidade. Não está considerada pela PAR a possibilidade de alojamento doméstico (acolhimento por uma família portuguesa na sua residência);
  • Alimentação e vestuário: Assegurar a alimentação e vestuário a toda a família através dos meios da instituição ou através do apoio de outras instituições mobilizadas para o efeito;
  • Acesso à educação: No caso da família ter crianças em idade escolar, deverá ser promovido o seu encaminhamento para o agrupamento de escolas da zona de acolhimento, sendo necessário avaliar a sua boa integração;
  • Acesso à aprendizagem do português: Para a integração da família de refugiados o conhecimento da língua portuguesa é essencial. A instituição de acolhimento deverá providenciar esta aprendizagem através dos seus recursos ou dos recursos da comunidade;
  • Acesso à saúde: A instituição deverá ajudar a família no seu acesso à saúde através da sua inscrição no centro de saúde da sua área;
  • Ajuda na integração laboral: Os refugiados obterão um título válido para aceder ao mercado de trabalho. A instituição deverá, com a ajuda das instituições e da comunidade que conseguir mobilizar, ajudar os adultos da família de refugiados a conseguirem a sua autonomia através da inserção no mercado de trabalho.

Inscreva-se aqui: http://www.refugiados.pt/como-ajudar/#familias

Gostava de oferecer alimentos, fraldas, roupa, cobertores, camas ou outros bens. A quem posso entregar?

Logo que seja possível será divulgada a lista de instituições que irão acolher famílias. Todos esses donativos em espécie devem ser canalizados para a instituição mais próxima.

Sou professor e gostava de ajudar dando aulas de português. Onde posso ajudar?

Logo que seja possível será divulgada a lista de instituições que irão acolher famílias. A sua disponibilidade deve ser canalizada para a instituição mais próxima. Pode desde já inscrever-se na base de dados de voluntários, indo a www.refugiados.pt , procurando a área Voluntariado e preencher o formulário.

Sou profissional de saúde. Posso ajudar?

Logo que seja possível será divulgada a lista de instituições que irão acolher famílias. A sua disponibilidade deve ser canalizada para a instituição mais próxima. Pode desde já inscrever-se na base de dados de voluntários, indo a www.refugiados.pt , procurando a área Voluntariado e preencher o formulário.

Tenho uma oferta de trabalho. Como posso fazer?

Logo que seja possível será divulgada a lista de instituições que irão acolher famílias. A sua disponibilidade pode ser canalizada para uma instituição de acolhimento de famílias refugiadas  que tenha esta necessidade por resolver. Pode desde já enviar um email para par@ipav.pt, indicando a sua oferta.

Quero fazer um donativo em dinheiro. Para onde posso transferir?

A campanha de recolha de donativos para apoio aos refugiados que estão nos países de origem ou de trânsito, já iniciou. Poderá fazer o seu donativo de diversas formas:
• Por transferência bancária
NIB: 0036 0000 99105913826 45
IBAN: PT50 0036 0000 99105913826 45
BIC/SWIFT: MPIOPTPL
• Através do Multibanco
No menu, escolher “Transferências”, seguido de “Ser Solidário” e de “PAR Refugiados”
• Através do MB WAY
O número de referência é o 927 550 790
• Através de uma chamada de valor acrescentado
O número é o 760 200 250, o custo da chamada é de 60 cêntimos acrescido de IVA, ao qual corresponde um donativo de 50 cêntimos.
• Por Pay Pal

Todas estas informações encontram-se no site http://www.refugiados.pt/como-ajudar/#apoio

Para quem vai o dinheiro doado?

O dinheiro angariado reverterá, na totalidade, para o trabalho desenvolvido na linha da frente pelas delegações do JRS e da CARITAS nos países de origem ou de trânsito dos refugiados.

Quero ser voluntário. O que posso fazer?

  1. Pode dinamizar/ sensibilizar instituições que tenham capacidade para acolher uma família de refugiados;
  2. Pode ajudar a divulgar a PAR e divulgar as suas iniciativas;
  3. Pode contribuir financeiramente quando for lançado o programa PAR LINHA DA FRENTE;
  4. Quando for divulgada a lista de instituições que irão acolher famílias, poderá ajudar no seu acolhimento, respondendo às necessidades que forem detetadas;
  5. Se residir em Lisboa, poderá ajudar no Secretariado Executivo do PAR, no tratamento administrativo das ofertas das instituições e nas candidaturas de famílias, na gestão de voluntários, etc.
  6. Pode ajudar através das suas redes pessoais a promover uma cultura de paz e de solidariedade, combatendo a xenofobia e o egoísmo;

Posso receber uma criança refugiada?

A PAR promove o acolhimento de crianças e das suas famílias, não sendo previsível o acolhimento de crianças isoladas.

A PAR promove a adoção de crianças refugiadas?

Não. Está fora do âmbito da ação da PAR os processos de adoção de crianças. Estes deverão decorrer através das organizações e processos legalmente previstos.

Quantos refugiados já chegaram a Portugal?

Até ao momento, Portugal recebeu 149 requerentes de protecção internacional recolocados vindos da Grécia e de Itália.

Durante quanto tempo será necessário o apoio às famílias refugiadas?

O período previsto para o acolhimento e apoio às famílias refugiadas é até dois anos.

Sou uma instituição e quero aderir à PAR. O que fazer?

Caso seja uma organização da Sociedade Civil que queira aderir à PAR para apoiar o acolhimento de refugiados em Portugal, vá ao site à sessão Membros e preencha o formulário Adesão à PAR. Após a receção e tratamento destes dados, o Secretariado Executivo responderá através dos contactos fornecidos.

Há muita informação contraditória a circular. Onde me posso esclarecer?

Para esclarecer todas as dúvidas, consulte a nossa secção “Mitos & Medos”.

Sou professor e gostava de trabalhar este tema na minha escola. Onde posso encontrar materiais pedagógicos?

Visite a página da Fundação Gonçalo da Silveira, membro da PAR, onde pode encontrar propostas de apoio para os diferentes níveis de ensino.
Siga o link http://m-igual.org/rubricas.aspx?id_seccao=55&id_rubrica=519&ord=2